O rapper Oruam, nome artístico de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, voltou a ser alvo da Justiça após o Ministério Público do Estado de São Paulo apresentar um pedido de prisão preventiva contra o artista.
A solicitação foi feita no dia 5 de maio e integra uma ação penal que tramita no Tribunal de Justiça de São Paulo. O pedido foi assinado pelo promotor responsável pelo caso, no âmbito de investigações que envolvem diferentes suspeitas contra o cantor.
Investigação cita supostos disparos em festa
De acordo com o Ministério Público, o rapper teria efetuado disparos com uma espingarda durante uma festa realizada em 16 de dezembro de 2024, no município de Igaratá, no interior paulista. O episódio teria sido registrado em vídeo e posteriormente divulgado em redes sociais.
O caso passou a ser analisado como parte de um conjunto de investigações que também apuram outras possíveis condutas atribuídas ao artista.
MP aponta outras suspeitas na investigação
No documento encaminhado à Justiça, o Ministério Público afirma que o rapper também é investigado por suposta participação em esquema de lavagem de dinheiro e possível ligação com organização criminosa.
Além disso, há registros de investigação envolvendo uma tentativa de homicídio contra agentes de segurança pública no estado do Rio de Janeiro.
Segundo o órgão, o pedido de prisão preventiva também considera a informação de que o cantor estaria com paradeiro desconhecido, o que poderia dificultar a aplicação da lei penal.
Pedido destaca risco e possível fuga
O Ministério Público argumenta que a situação atual indica risco concreto e que a ausência do investigado reforça a necessidade da medida cautelar.
Até o momento, a defesa do artista não se pronunciou sobre o pedido de prisão apresentado à Justiça.










