Uma jovem de 20 anos denunciou ter tido uma foto íntima copiada sem autorização por um atendente de uma loja de telefonia no município de Chapecó, em Santa Catarina. O caso aconteceu durante um atendimento para alteração de plano de celular.
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima relatou que entregou a senha do aparelho ao funcionário para que ele realizasse o procedimento solicitado. Após sair da loja, ela percebeu movimentações suspeitas no telefone e acionou familiares e a polícia.
Ainda na presença de policiais, a jovem teve acesso ao celular do suspeito e encontrou, em uma pasta de arquivos ocultos, outras imagens de mulheres.
De acordo com a vítima, as fotos não seriam apenas dela, levantando a suspeita de que outras pessoas também possam ter sido alvo da mesma conduta.
O material encontrado reforçou a denúncia e o caso passou a ser tratado como possível crime envolvendo armazenamento e compartilhamento indevido de imagens.
A jovem relatou que foi até a loja para realizar uma mudança no plano telefônico. Durante o atendimento, o funcionário solicitou acesso ao celular da cliente para uso de ferramentas da empresa.
Ela afirmou que só percebeu o problema ao sair do local, quando recebeu uma notificação indicando transferência de arquivos ainda ativa no aparelho.
Desconfiada, entrou em contato com familiares e um amigo policial, sendo orientada a acionar o número de emergência 190.
A Polícia Militar foi acionada e acompanhou a vítima até o estabelecimento. No local, o funcionário admitiu ter enviado as imagens para o próprio celular.
Foi registrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), procedimento utilizado em infrações de menor potencial ofensivo, e o caso foi encaminhado ao Juizado Especial Criminal.
A empresa de telefonia informou que o homem não era funcionário direto da operadora, mas de uma empresa parceira. Segundo nota oficial, ele foi desligado assim que o caso foi identificado.
A companhia declarou ainda que repudia qualquer conduta do tipo, reforça política de tolerância zero e prestou solidariedade à cliente.
O caso segue sob apuração das autoridades, e a polícia tenta identificar se outras mulheres também foram vítimas da mesma prática.
A SNC -TV NEWS- acompanha o caso e atualizará as informações assim que houver novos desdobramentos.











