Coreia do Sul e República Tcheca escreveram um novo capítulo na história da Copa do Mundo ao se enfrentarem pela primeira vez nesta quinta feira 11/06 em uma edição do torneio. O duelo, válido pelo Grupo A, encerrou o primeiro dia de jogos do Mundial de 2026 e levou ao Estádio Akron, em Zapopan, no México, duas seleções com objetivos distintos, mas com o mesmo desejo de começar a competição com o pé direito.
Os asiáticos, que têm um quarto lugar de 2002 – quando foram anfitriões ao lado do Japão – como melhor campanha em Mundiais, disputam o torneio pela 11ª vez seguida. Foram 11 vitórias, cinco empates e 40 gols marcados nas eliminatórias, liderados pelo astro Son Heung-Min, atualmente do Los Angeles (Estados Unidos).
A seleção sul-coreana chegou ao torneio respaldada por uma campanha sólida nas eliminatórias asiáticas. Sob o comando do técnico Hong Myung-bo, a equipe apostou na experiência de seus principais jogadores para buscar uma campanha competitiva no Mundial.

A principal referência técnica do time foi o atacante Son Heung-min. Aos 33 anos, o camisa 7 entrou em campo carregando a responsabilidade de liderar a Coreia do Sul em mais uma Copa do Mundo. Além de sua importância dentro das quatro linhas, Son também esteve próximo de alcançar marcas históricas com a camisa da seleção nacional.
Outro nome de destaque na equipe asiática foi o meia Lee Kang-in, que chegou ao Mundial após temporadas de sucesso no futebol europeu. Já Lee Jae-sung contribuiu com sua experiência internacional, sendo uma das peças importantes na construção das jogadas sul-coreanas.
Do lado tcheco, a participação na Copa representou o retorno do país ao principal torneio do futebol mundial após 20 anos de ausência. A vaga foi conquistada com dificuldade, especialmente durante a repescagem europeia, mas reforçou a determinação do grupo em surpreender na competição.
A grande esperança de gols da República Tcheca foi depositada em Patrick Schick. O atacante, conhecido pela eficiência ofensiva, teve papel decisivo na campanha classificatória e entrou em campo como uma das principais armas da equipe.
A seleção europeia também contou com a liderança do técnico Miroslav Koubek. Aos 74 anos, ele tornou-se um dos treinadores mais experientes desta edição da Copa do Mundo, levando ao torneio décadas de vivência no futebol profissional.
Embora o encontro tenha sido inédito em Mundiais, as duas seleções já haviam se enfrentado anteriormente em amistosos internacionais. O retrospecto apontava equilíbrio, com vitórias distribuídas para ambos os lados ao longo dos anos.
Independentemente do resultado, a partida representou um momento histórico para as duas equipes. Para a Coreia do Sul, significou mais um passo na tentativa de repetir campanhas marcantes em Copas do Mundo. Para a República Tcheca, simbolizou o reencontro com a elite do futebol internacional depois de duas décadas longe do torneio.
O confronto também reforçou o caráter global da Copa do Mundo de 2026, que proporcionou encontros inéditos e ampliou a diversidade de estilos dentro de campo. Com atletas atuando nas principais ligas do planeta, asiáticos e europeus mostraram que o equilíbrio tem sido uma das principais características do futebol atual.
Ao fim do primeiro dia de competição, a expectativa em torno das próximas rodadas aumentou, deixando claro que cada ponto conquistado poderá fazer diferença na disputa por uma vaga nas fases eliminatórias do Mundial.
SNC -TV NEWS-











