Os Estados Unidos anunciaram um investimento de US$ 115 milhões em tecnologia antidrones para reforçar a segurança dos locais que vão sediar a Copa do Mundo da FIFA 2026. A medida também abrange eventos ligados às comemorações dos 250 anos da independência do país, previstas para o mesmo ano.
O objetivo é prevenir ameaças aéreas provocadas pelo uso indevido de drones, especialmente em grandes eventos com elevada concentração de público. Autoridades norte-americanas destacam que o avanço dessa tecnologia representa novos desafios para a segurança pública, exigindo sistemas mais modernos de monitoramento e resposta rápida.
De acordo com o governo dos EUA, a estratégia faz parte de um plano mais amplo de proteção do espaço aéreo e de infraestruturas críticas, em um período que deve atrair milhões de turistas e atenção global. A expectativa é de intenso fluxo de visitantes internacionais durante o Mundial, além da ampla cobertura televisiva em todo o mundo.
Em nota oficial, a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, afirmou que o país entra em “uma nova era de defesa aérea”, com investimentos voltados à proteção das fronteiras, do território nacional e da população em eventos de grande porte.
Tecnologia e apoio aos estados
Empresas do setor de defesa já desenvolvem soluções capazes de detectar, rastrear e neutralizar drones, utilizando sistemas eletrônicos, lasers e outras tecnologias avançadas. Embora os equipamentos específicos ainda não tenham sido detalhados, o governo confirma que os recursos serão destinados à ampliação dessas capacidades.
Além do investimento federal, estados que vão receber partidas da Copa também estão sendo contemplados com recursos adicionais para reforçar a segurança, incluindo a aquisição de sistemas antidrones e melhorias na vigilância de áreas estratégicas.
Segurança em grandes eventos
A preocupação com drones tem crescido mundialmente, principalmente após o uso desses equipamentos em conflitos recentes e incidentes em espaços públicos. Para especialistas, a Copa do Mundo de 2026 exige um nível máximo de prevenção, devido à dimensão do evento e à visibilidade internacional.
Com essas ações, os Estados Unidos buscam garantir um ambiente seguro para atletas, torcedores e profissionais envolvidos no maior torneio de futebol do planeta.











