O corpo da publicitária Juliana Marins será velado em Niterói (RJ), cidade onde vivia com a família. A cerimônia de despedida acontecerá nesta sexta-feira, dia 4, no Cemitério Parque da Colina. O velório será aberto ao público das 10h ao meio-dia e, em seguida, das 12h30 às 15h, será restrito a familiares e amigos.
Uma nova autópsia foi realizada no Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro, conduzida por peritos da Polícia Civil, com a presença de um representante da Polícia Federal e um assistente técnico da família. A irmã de Juliana esteve presente durante o exame.
O laudo preliminar deve ser entregue em até sete dias, quando o corpo será liberado para retirada pelos familiares. O procedimento foi autorizado pela Justiça Federal, com participação da Advocacia-Geral da União, Defensoria Pública da União e do governo do estado do Rio de Janeiro.
Juliana teve seu corpo transportado ao Brasil pela Força Aérea Brasileira, após ter passado por uma autópsia na Indonésia. A família solicitou a nova perícia para esclarecer detalhes da data e causa da morte, além de identificar possíveis sinais não observados na análise anterior.
A precisão dos resultados dependerá do estado do corpo e de eventuais exames adicionais. A data exata da morte ainda não foi confirmada.
Juliana caiu durante uma trilha no monte Rinjani, na ilha de Lombok, na Indonésia. Ela foi vista com vida inicialmente, mas o resgate só a encontrou já morta, com múltiplas fraturas e grave hemorragia interna, que possivelmente causaram a morte. Estima-se que ela tenha sobrevivido por até quatro dias após a queda.
A família manifestou nas redes sociais preocupações sobre a atuação da equipe de resgate, acusando negligência e afirmando que buscará justiça.
O local do acidente era de difícil acesso e as buscas foram interrompidas diversas vezes devido ao mau tempo. Imagens feitas por drone indicam que Juliana pode ter sofrido uma segunda queda, já que foi vista em locais diferentes antes de ser encontrada.
Na Indonésia, a polícia local já ouviu testemunhas e inspecionou o local do acidente para investigar possíveis irregularidades na morte.
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