A cantora Chappell Roan, americana de 28 anos, voltou a capturar todos os olhares na passadeira vermelha dos Prémios Grammy 2026, realizada no domingo, 1º de fevereiro de 2026, no Crypto.com Arena, em Los Angeles, nos Estados Unidos. O destaque da noite não foi apenas a performance ou o carisma da artista, mas o vestido ousado assinado pelo estilista português Miguel Castro Freitas, diretor criativo da Mugler, marca de alta costura fundada pelo francês Thierry Mugler, falecido em 2022.

Segundo a Vanity Fair, o vestido usado por Chappell é uma recriação de uma peça icônica de Mugler de 1998. Uma das características que mais chamaram atenção foi que o modelo não está suspenso diretamente nos seios da cantora, mas sim em duas próteses, mantendo a referência ao original, que utilizava piercings nos seios da modelo.
Miguel Castro Freitas, nascido em Santarém, Portugal, em 1980, já construiu uma carreira sólida em casas como Dior, Givenchy e Saint Laurent antes de ser escolhido para comandar a Mugler em 2025. Em entrevista à Vogue, ele explicou seu conceito à frente da marca:
“Mugler era conhecido por ver as mulheres como criaturas de outro mundo: intimidadoras; impossíveis de tocar. Eu queria reconfigurar isso para o mundo de hoje e tornar tudo mais acessível; basear tudo na realidade, em vez de ser maior que a vida, porque a marca já teve dificuldades com isso no passado.”
O look de Chappell Roan gerou repercussão imediata nas redes sociais e nos meios de comunicação especializados em moda, sendo apontado como um dos momentos mais comentados da noite. A escolha reforça a combinação perfeita entre música, atitude e alta costura, elevando a artista a um status de ícone fashion no cenário pop internacional.
Com essa aparição, Chappell Roan não apenas demonstra seu talento musical, mas também se consolida como referência de estilo, evidenciando como a moda e a música podem se unir para criar momentos icônicos.











